um kaspar hauser
tenho dúvida se me exponho ou se me invento
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
em mãos
Quero falar da sensação disso aqui

estou distante, esqueci como é que faz.
o que vem são as imagens que fiz em casa pra dizer o que não consegui, a descoberta de poder me enxergar em palavra, os embaraços, os gritos que não dei mas ouvi, o tanto de gente que desconcertei, a demora, a espera, a ansiedade pra olhar simples, mudar, inacreditavelmente, e acompanhar, ver. Nem entendi.
Primeiríssimo, quero com a alma alargada, agradecer ao meu filho que compreensivamente continuou seu crescimento. Estivemos juntos.
Guardo todos os Titos que tive.
Agradeço ao Felipe pela primeira impressão: "você é muito mais inteligente escrevendo!"...e pela companhia mesmo no caminho mais difícil.
Agradeço à Tainah que felizmente me encontrou antes de mim.
Agradeço à minha mãe pela beleza com que esteve presente desde o princípio. E também que negou mas insisto, fez comentários anônimos pra eu achar que tinha um batalhão por aqui.
Agradeço aos meus irmãos que me espetaram com comentários de irmãos que adoro-odeio, e é assim.
Agradeço à Marina, Julia, Juliana, Vlad, Agatha, Carol, Aline, Isma, José, Fer, Cacá, Lívia, Cris, Dani, Leila, Maria, Candida, Mari Calaza, Lu, Ro, Mi, Gus, Fer Cabral que deram sentido ao blog e à escrita diária.
A Aninha pelo entusiasmo na leitura corrida que me entusiasmou.
Aos anônimos agradeço! Foram vocês que me permitiram imaginar o que eu quisesse, e estimularam a brincadeira de espionagem, apesar da maioria sim, ter sido minha mãe.
Ao Marão que me deu de presente primeiro a paciência com pedidos desmedidos, depois a realização deles. Em terceiro à cobrança para a conclusão. CONCLUIDO!
Agradeço muito ao chato do Marcos que se dedicava aos comentários por aqui, por e-mail, e se apoderou tanto deste espaço que detectou quando não era aquilo que eu devia escrever, e ele tinha razão.
Agradeço ao D pela criação da cara do livro, das costas e da orelha. Agradeço especialmente à beleza com que fez, à doação que teve ao fazer.
Agradeço ao Mutarelli por não me xingar ou rir do pedido de escrever a orelha de um blog publicado. E como fez, simples e sinceramente.
Ao Wilson pelo texto pré-livro, um dos bonitos presentes que me deu.
A Poeta que me trouxe a vontade de começar e a possibilidade de publicar, além do carinho de sempre, apesar de tão poucos encontros (e talvez por isso).
A Juju, Tai e Marcos por participarem através de textos pós-livro que me emocionaram pela entrega com que foram feitos.
A Lu, namorada peruana que, não me deixou esquecer a importância de estar bem viva, aqui ou em Lima.
A Ali que além de mais antiga amiga, compartilhou momentos especiais daqui e da publicação com a ternura dos nossos 30 anos juntas.
A minha Tatoca que esteve em todos os espaços, preenchendo e cavucando, dividindo como se fosse sempre assim.
Agradeço aos meus amigos queridos que não estão nessa lista, mas estão.
A minha família por ser ela a minha.
As pessoas que me fizeram.
E com amor absoluto, agradeço ao Jefte por me acompanhar nas últimas correções e participar intensamente do melhor final dessa história, que começa.
LANÇAMENTO 09 DE ABRIL NO ESPAÇO MULTIFOCO, LAPA.
PALCO LIVRE (com inscrição prévia pra programação)
QUERO VOCÊS! EU QUERO!

estou distante, esqueci como é que faz.
o que vem são as imagens que fiz em casa pra dizer o que não consegui, a descoberta de poder me enxergar em palavra, os embaraços, os gritos que não dei mas ouvi, o tanto de gente que desconcertei, a demora, a espera, a ansiedade pra olhar simples, mudar, inacreditavelmente, e acompanhar, ver. Nem entendi.
Primeiríssimo, quero com a alma alargada, agradecer ao meu filho que compreensivamente continuou seu crescimento. Estivemos juntos.
Guardo todos os Titos que tive.
Agradeço ao Felipe pela primeira impressão: "você é muito mais inteligente escrevendo!"...e pela companhia mesmo no caminho mais difícil.
Agradeço à Tainah que felizmente me encontrou antes de mim.
Agradeço à minha mãe pela beleza com que esteve presente desde o princípio. E também que negou mas insisto, fez comentários anônimos pra eu achar que tinha um batalhão por aqui.
Agradeço aos meus irmãos que me espetaram com comentários de irmãos que adoro-odeio, e é assim.
Agradeço à Marina, Julia, Juliana, Vlad, Agatha, Carol, Aline, Isma, José, Fer, Cacá, Lívia, Cris, Dani, Leila, Maria, Candida, Mari Calaza, Lu, Ro, Mi, Gus, Fer Cabral que deram sentido ao blog e à escrita diária.
A Aninha pelo entusiasmo na leitura corrida que me entusiasmou.
Aos anônimos agradeço! Foram vocês que me permitiram imaginar o que eu quisesse, e estimularam a brincadeira de espionagem, apesar da maioria sim, ter sido minha mãe.
Ao Marão que me deu de presente primeiro a paciência com pedidos desmedidos, depois a realização deles. Em terceiro à cobrança para a conclusão. CONCLUIDO!
Agradeço muito ao chato do Marcos que se dedicava aos comentários por aqui, por e-mail, e se apoderou tanto deste espaço que detectou quando não era aquilo que eu devia escrever, e ele tinha razão.
Agradeço ao D pela criação da cara do livro, das costas e da orelha. Agradeço especialmente à beleza com que fez, à doação que teve ao fazer.
Agradeço ao Mutarelli por não me xingar ou rir do pedido de escrever a orelha de um blog publicado. E como fez, simples e sinceramente.
Ao Wilson pelo texto pré-livro, um dos bonitos presentes que me deu.
A Poeta que me trouxe a vontade de começar e a possibilidade de publicar, além do carinho de sempre, apesar de tão poucos encontros (e talvez por isso).
A Juju, Tai e Marcos por participarem através de textos pós-livro que me emocionaram pela entrega com que foram feitos.
A Lu, namorada peruana que, não me deixou esquecer a importância de estar bem viva, aqui ou em Lima.
A Ali que além de mais antiga amiga, compartilhou momentos especiais daqui e da publicação com a ternura dos nossos 30 anos juntas.
A minha Tatoca que esteve em todos os espaços, preenchendo e cavucando, dividindo como se fosse sempre assim.
Agradeço aos meus amigos queridos que não estão nessa lista, mas estão.
A minha família por ser ela a minha.
As pessoas que me fizeram.
E com amor absoluto, agradeço ao Jefte por me acompanhar nas últimas correções e participar intensamente do melhor final dessa história, que começa.
LANÇAMENTO 09 DE ABRIL NO ESPAÇO MULTIFOCO, LAPA.
PALCO LIVRE (com inscrição prévia pra programação)
QUERO VOCÊS! EU QUERO!
sábado, 11 de dezembro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Parece fácil na palavra que é
O que mexe lá onde não sei onde é, é reconhecer ou pensar reconhecer umas coisas nas coisas que estão acontecendo enquanto estão acontecendo.
Esse olhar atrás da nuca é toda sensação que invadiu ou criei em todo tempo que entendi que tinha que ser eu, só eu, mesmo sabendo que nunca foi, nem vai ser assim jamais.
Agora sim as duas coisas, a posição acima que participo e não alcanço e a confecção feita de cada experiência que selecionei ou não soube evitar.
Sabendo delas me concluo.
Das partes que peguei de alguéns, faço outro lugar em outra vez.
Esse infinito espiar é saber saber o que ainda não pude saber.
É surpreender o momento que consegui.
Fiscalizar ida e volta desse sempre que vem.
Admirar o feio querendo mudar.
Fazer mais bonito sem querer embelezar.
Admitir que o que mais queria falar é específico e pontual.
Que no caminho me fiz mais covarde e prudente.
E do medo que sempre me foi besta, nasceu o todo que nunca teve tempo pra nascer.
E a coragem que achava é o todo da urgência de chegar sem experimentar onde se passa.
E o como.
O porque.
Desaprender não ser mais já e depois.
Estar.
E ainda lembrar: Estar.
Esse olhar atrás da nuca é toda sensação que invadiu ou criei em todo tempo que entendi que tinha que ser eu, só eu, mesmo sabendo que nunca foi, nem vai ser assim jamais.
Agora sim as duas coisas, a posição acima que participo e não alcanço e a confecção feita de cada experiência que selecionei ou não soube evitar.
Sabendo delas me concluo.
Das partes que peguei de alguéns, faço outro lugar em outra vez.
Esse infinito espiar é saber saber o que ainda não pude saber.
É surpreender o momento que consegui.
Fiscalizar ida e volta desse sempre que vem.
Admirar o feio querendo mudar.
Fazer mais bonito sem querer embelezar.
Admitir que o que mais queria falar é específico e pontual.
Que no caminho me fiz mais covarde e prudente.
E do medo que sempre me foi besta, nasceu o todo que nunca teve tempo pra nascer.
E a coragem que achava é o todo da urgência de chegar sem experimentar onde se passa.
E o como.
O porque.
Desaprender não ser mais já e depois.
Estar.
E ainda lembrar: Estar.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
o pulsar quase mudo
Brincadeira essa de ir e vir nas sensações
Tremer
Cuspir e acalmar
Numa imensidão que não acaba nem parecendo fim
Alimenta e não sacia
Viciada em jogar comigo
Com a tranquilidade que se esconde
E volta no susto
Acostumei que volta
Entro na expectativa que machuca
Nas incertezas que me tiram a vista
No pequeníssimo que guardo sempre onde não sei no meu grandão
Esbarro e pego pra mim
Esquecendo de deixar
Bu
Ela
Abro
No alívio de lembrar o sabor imediato da mão que não prende,
Nem segura nada por tempo demais
Na lembrança de que as coisas se juntam e se perdem quando precisam
O nada não é nada não
E o tudo maior que esse
E a tranquilidade que queria
A possibilidade de ir indo sem ir pra
Será possível enxergar a gente acontecendo?
Reconhecer o movimento antes de terminar?
Pode ser que me minta
O prazer é igual
Lembrei de um sonho antigo
Que não lembro nada nele
Dele lembro
Quieto dizendo isso aqui
Que também não sei o que é
---
Cá Já (Caê)
Vejo que areia linda
Brilhando cada grão
Graças do sol ainda
Vibram pelo chão
Vejo que a água deixa
As cores de outra cor
Volta pra si sem queixa
Tudo é tanto amor
Esteja cá já
Pedra vida flor
Seja cá já
Esteja cá já
Tempo bicho dor
Seja cá já
Doce jaca já
Jandaia aqui agora
Ouço que tempo imenso
Dentro de cada som
Música que não penso
Pássaro tão bom
Ouço que vento, vento
Ondas asas capim
Momento movimento
Sempre agora em mim
Esteja cá já
Pedra vida flor
Seja cá já
Esteja cá já
Tempo bicho dor
Seja cá já
Doce jaca já
Jandaia aqui agora
Tremer
Cuspir e acalmar
Numa imensidão que não acaba nem parecendo fim
Alimenta e não sacia
Viciada em jogar comigo
Com a tranquilidade que se esconde
E volta no susto
Acostumei que volta
Entro na expectativa que machuca
Nas incertezas que me tiram a vista
No pequeníssimo que guardo sempre onde não sei no meu grandão
Esbarro e pego pra mim
Esquecendo de deixar
Bu
Ela
Abro
No alívio de lembrar o sabor imediato da mão que não prende,
Nem segura nada por tempo demais
Na lembrança de que as coisas se juntam e se perdem quando precisam
O nada não é nada não
E o tudo maior que esse
E a tranquilidade que queria
A possibilidade de ir indo sem ir pra
Será possível enxergar a gente acontecendo?
Reconhecer o movimento antes de terminar?
Pode ser que me minta
O prazer é igual
Lembrei de um sonho antigo
Que não lembro nada nele
Dele lembro
Quieto dizendo isso aqui
Que também não sei o que é
---
Cá Já (Caê)
Vejo que areia linda
Brilhando cada grão
Graças do sol ainda
Vibram pelo chão
Vejo que a água deixa
As cores de outra cor
Volta pra si sem queixa
Tudo é tanto amor
Esteja cá já
Pedra vida flor
Seja cá já
Esteja cá já
Tempo bicho dor
Seja cá já
Doce jaca já
Jandaia aqui agora
Ouço que tempo imenso
Dentro de cada som
Música que não penso
Pássaro tão bom
Ouço que vento, vento
Ondas asas capim
Momento movimento
Sempre agora em mim
Esteja cá já
Pedra vida flor
Seja cá já
Esteja cá já
Tempo bicho dor
Seja cá já
Doce jaca já
Jandaia aqui agora
sábado, 18 de setembro de 2010
Deixe a menina
As coisas têm funcionado tanto com tanto de tanto
Que às vezes quero dizer de umas outras que ainda me seguram baixo
E fico medrosa
Medo de apequenar
De me segurar pequena
Ao invés de me deixar
São tantos os crescimentos pra fazer
Que dá cansaço
Parece que estou indo lá quase onde já ouvi que preciso
E nessa toda novidade me falta o que já sei
Sem que veja, voltei lá antes de pensar começar
O tamanho que o espaço tem é proporcional ao tamanho da gente
A casa da gente lá na cidade da gente, é grande sim, ainda é
Mas já foi o Tudo
E eu vou fazer o que com esse tamanho que não me cabe?
Me faço dobrada pra ter jeito que encaixo
Assombro com a enormidade que as coisas têm
E morro de fome delas
E esqueço
Pela trabalheira que é entender tanto gosto
É assunto de meses que o corpo faz
Estica as coisas todas pra caber
Nem sempre cabe
Se entra, bota pra dentro a satisfação
Que na borda já tem
Mas volta a vontade de encher
Engolir, misturar,
Entupir
Sem saber do que
Esquecendo do tempo que tem no sabor,
Lembrei
Acabei de lembrar
Amanhã esqueço
Às vezes lembro de novo
Que às vezes quero dizer de umas outras que ainda me seguram baixo
E fico medrosa
Medo de apequenar
De me segurar pequena
Ao invés de me deixar
São tantos os crescimentos pra fazer
Que dá cansaço
Parece que estou indo lá quase onde já ouvi que preciso
E nessa toda novidade me falta o que já sei
Sem que veja, voltei lá antes de pensar começar
O tamanho que o espaço tem é proporcional ao tamanho da gente
A casa da gente lá na cidade da gente, é grande sim, ainda é
Mas já foi o Tudo
E eu vou fazer o que com esse tamanho que não me cabe?
Me faço dobrada pra ter jeito que encaixo
Assombro com a enormidade que as coisas têm
E morro de fome delas
E esqueço
Pela trabalheira que é entender tanto gosto
É assunto de meses que o corpo faz
Estica as coisas todas pra caber
Nem sempre cabe
Se entra, bota pra dentro a satisfação
Que na borda já tem
Mas volta a vontade de encher
Engolir, misturar,
Entupir
Sem saber do que
Esquecendo do tempo que tem no sabor,
Lembrei
Acabei de lembrar
Amanhã esqueço
Às vezes lembro de novo
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta
Quanto tempo deve ter de tempo pra matar a idéia de estar vivo depois de morrer?
Tenho tido medo de um dia saber que morri.
Como pode ser?
Morro toda?
Pode ser que não saiba então?
No tempo depois que páro me esqueço?
Esqueço o que fazia, minhas pessoas, a parte que cheguei do livro, o que ia fazer depois de antes de ir?
E as coisas que ando pensando, que demorei pra pensar? A sensação do que experimentei? A falta do que não pude? A impressão de ainda poder? O som do meu filho que escuto quando não está? O prazer que procuro todo dia? E sinto nem que seja ausente.
Impressão que não.
Não é não.
Quase certeza que não.
Acho que não.
Tenho tido medo de um dia saber que morri.
Como pode ser?
Morro toda?
Pode ser que não saiba então?
No tempo depois que páro me esqueço?
Esqueço o que fazia, minhas pessoas, a parte que cheguei do livro, o que ia fazer depois de antes de ir?
E as coisas que ando pensando, que demorei pra pensar? A sensação do que experimentei? A falta do que não pude? A impressão de ainda poder? O som do meu filho que escuto quando não está? O prazer que procuro todo dia? E sinto nem que seja ausente.
Impressão que não.
Não é não.
Quase certeza que não.
Acho que não.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A Briga do Edifício Itália e do Hilton Hotel
O Edifício Itália
era o rei da Avenida Ipiranga:
alto, majestoso e belo,
ninguém chegava perto
da sua grandeza.
Mas apareceu agora
o prédio do Hilton Hotel
gracioso, moderno e charmoso
roubando as atenções pra sua beleza.
O Edifício Itália ficou enciumado
e declarou a reportagem de amiga:
que o Hilton, pra ficar todo branquinho
toma chá de pó-de-arroz.
Só anda na moda, se veste direitinho
e se ele subir de branco pela Consolação
até no cemitério vai fazer assombração
o Hilton logo logo respondeu em cima:
a mania de grandeza não te dá vantagem
veja só, posso até ser requintado
mas não dou o que falar
Contigo é diferente,
porque na vizinhança
apesar da tua pose de rapina
já andam te chamando
Zé-Boboca da esquina
E o Hilton sorridente
disse que o Edifício Itália
tem um jeito de Sansão descabelado
e ainda mais, só pensa em dinheiro
não sabe o que é amor
tem corpo de aço,
alma de robô,
porque coração ele não tem pra mostrar
Pois o que bate no seu peito
é máquina de somar.
O Edifício Itália sapateou de raiva
rogou praga e
até insinuou que o Hilton
tinha nascido redondo
pra chamar a atenção
abusava das curvas
pra fazer sensação
e até parecia uma menina louca
Ou a torre de Pisa
vestida de noiva
domingo, 4 de julho de 2010
Conto de fraldas
Uma vontade de um fim de domingo.
De barca, pra fazer bonito.
Que lindo é!
Inspirada, dormi os 13 minutos.
Levanto com cara acesa sem entender como andar.
CCBB ou Caixa?
Segui pra esquerda.
Faz tempo que não venho pra cá aos domingos.
Feio.
Silêncio, pouquinho de gente e porta baixada.
Não combinando com a idéia da vontade decido um ônibus pra botafogo.
Só eu.
Depois ele que veio vindo perto da parede e mudou pro lado que eu tava da calçada.
A Caixa!
Resolvo e ando correndo pedindo desculpa se caso ele não quisesse me assaltar.
Nada que entusiasma acontece na Caixa.
Só às sete. Uma peça com Luis Melo.
Quero ver, depois.
Assustador a quantidade de porta e a noite das cinco e meia ainda mais noite na Rio Branco.
Botei cartão no sutiã e fui tentar o Odeon.
Sete, sete.
Chega bem perto, falando baixinho conta que acabou de perder o filho com tumor no cérebro, que resolveu tudo que precisava resolver no Rio e a mulher esperava desesperada no hospital. Faltava o dinheiro da passagem.
Dei o que tinha, precisava de R$ 4,00 pra ir pra casa. Ele me deu.
Era R$4,10, o motorista me liberou.
Não pensei mais no pai do filho que morreu.
As voltas pareceram maiores, não sei, deve ser coisa de domingo.
Queria um café num lugar delicioso.
Na minha frente um moço de cabelo pior que o meu parecia legal, podia chamar ele pra tomar comigo.
Uns meninos fortinhos de regata apertada sabiam da Parada em Icaraí.
Um deles me disse que eu era linda, lin-da!
Depois da ponte só via luz de freio.
Demorou um tantão e desci onde achei que valia à pena.
Acontecem coisas em Niterói, coisas feíssimas, acontecem coisas em Umuarama até.
O assassino do Chico Mendes era de lá, o Darcy.
Mas dá uma segurança enorme quando ando aqui.
Mais que em Umuarama hoje.
Fui rápida do jeito Curitiba.
Lá na frente passa o ônibus: Linda mas ficou pra trás, gracinha!
Desisto do café, compro um chocolate e pego meu ônibus, o 30 de todo domingo.
De barca, pra fazer bonito.
Que lindo é!
Inspirada, dormi os 13 minutos.
Levanto com cara acesa sem entender como andar.
CCBB ou Caixa?
Segui pra esquerda.
Faz tempo que não venho pra cá aos domingos.
Feio.
Silêncio, pouquinho de gente e porta baixada.
Não combinando com a idéia da vontade decido um ônibus pra botafogo.
Só eu.
Depois ele que veio vindo perto da parede e mudou pro lado que eu tava da calçada.
A Caixa!
Resolvo e ando correndo pedindo desculpa se caso ele não quisesse me assaltar.
Nada que entusiasma acontece na Caixa.
Só às sete. Uma peça com Luis Melo.
Quero ver, depois.
Assustador a quantidade de porta e a noite das cinco e meia ainda mais noite na Rio Branco.
Botei cartão no sutiã e fui tentar o Odeon.
Sete, sete.
Chega bem perto, falando baixinho conta que acabou de perder o filho com tumor no cérebro, que resolveu tudo que precisava resolver no Rio e a mulher esperava desesperada no hospital. Faltava o dinheiro da passagem.
Dei o que tinha, precisava de R$ 4,00 pra ir pra casa. Ele me deu.
Era R$4,10, o motorista me liberou.
Não pensei mais no pai do filho que morreu.
As voltas pareceram maiores, não sei, deve ser coisa de domingo.
Queria um café num lugar delicioso.
Na minha frente um moço de cabelo pior que o meu parecia legal, podia chamar ele pra tomar comigo.
Uns meninos fortinhos de regata apertada sabiam da Parada em Icaraí.
Um deles me disse que eu era linda, lin-da!
Depois da ponte só via luz de freio.
Demorou um tantão e desci onde achei que valia à pena.
Acontecem coisas em Niterói, coisas feíssimas, acontecem coisas em Umuarama até.
O assassino do Chico Mendes era de lá, o Darcy.
Mas dá uma segurança enorme quando ando aqui.
Mais que em Umuarama hoje.
Fui rápida do jeito Curitiba.
Lá na frente passa o ônibus: Linda mas ficou pra trás, gracinha!
Desisto do café, compro um chocolate e pego meu ônibus, o 30 de todo domingo.
sábado, 26 de junho de 2010
eu viro toca, eu viro moita
Enquanto estava deitada esperando ele dormir, fiquei pensando e sentindo a felicidade de ter esse menino, exatamente esse.
Porque o que enlouquece é que melhora, quando não tem mais como melhorar.
Lembro lá atrás, dois anos antes, sim porque dois anos são todos os anos, me vejo com o clique de cuidar, que já é de arrepiar os pelos, mas distante, bem distante da intimidade que achei que acompanhasse o biscoitinho na barriga e saindo dela.
Ter alguém se ajeitando gente dentro de você é se distanciar das bobagens todas que não são ter alguém se ajeitando gente dentro de você.
Explica o mundo visível e inacessível das grávidas.
Depois desses meses todos que fazem a gente não fumar, não beber, comer bem, não menstruar, pousa no braço e no peito um mini rei.
Chora, mama, faz cocô e xixi, pra testar o que domina.
Toda hora, todo o tempo de uma hora.
Aquela amiga me perguntou lá pelo terceiro dia: O que a gente sente sendo mãe?
- Nada, não dá tempo de sentir nada.
Estado de alerta, podia ter dito assim.
Depois de uns meses dá pra começar a entender e sentir umas coisas.
Com um ano explode.
Pessoinha.
Pessoinha toda pessoinha.
Ainda assim, lá pro meio do segundo não encontrei espaço entre outros estouros.
Com dois não tem mais como ser mais.
De arregaçar.
O gesto, o novo toda hora novo, escancarado, inteiro tempo inteiro, de gentileza, entendimento, de voltar atrás, reconhecer melhor que eu que já era pra estar melhor, doação, carinho profundo de olhar aberto de quem quer sem ter medo de querer.
A coragem de ser ele todo em qualquer lugar.
A vontade de ir. A segurança de querer ficar e escolher.
Os amigos, velhos amigos. O beijo em toda boca.
Ter medo e dizer. Pedir a mão pra ajudar.
Escutar e anunciar o galo que eu não ouvia mais.
Dizer que me ama do tamanho dos dois braços toda vez que pergunto quanto.
E a sacanagem, a cretinice, a safadeza que não dá, dói, rasga.
Amor enlarguecedor.
Nenhum desses meninos é ele que é meu filho.
Uns até melhores não passam nem perto de ser esse que é esse cada vez mais.
Em estado completo de mãe, sinto a graça, a benção, a sorte, a luz e a força de ser.
E seguro a mão que persegue a pinta elevada do meu rosto num desejo de agradecer essa enormidade de ser eu, ninguém mais, escolhida pra estar com ele desde o início.
- Mamãe, vamos pra sala?
O olho nem sabe abrir.
Como mãe, não tem coisa que me irrita mais do que quando, morto de sono, finge que não.
Que raiva que dá!
Porque o que enlouquece é que melhora, quando não tem mais como melhorar.
Lembro lá atrás, dois anos antes, sim porque dois anos são todos os anos, me vejo com o clique de cuidar, que já é de arrepiar os pelos, mas distante, bem distante da intimidade que achei que acompanhasse o biscoitinho na barriga e saindo dela.
Ter alguém se ajeitando gente dentro de você é se distanciar das bobagens todas que não são ter alguém se ajeitando gente dentro de você.
Explica o mundo visível e inacessível das grávidas.
Depois desses meses todos que fazem a gente não fumar, não beber, comer bem, não menstruar, pousa no braço e no peito um mini rei.
Chora, mama, faz cocô e xixi, pra testar o que domina.
Toda hora, todo o tempo de uma hora.
Aquela amiga me perguntou lá pelo terceiro dia: O que a gente sente sendo mãe?
- Nada, não dá tempo de sentir nada.
Estado de alerta, podia ter dito assim.
Depois de uns meses dá pra começar a entender e sentir umas coisas.
Com um ano explode.
Pessoinha.
Pessoinha toda pessoinha.
Ainda assim, lá pro meio do segundo não encontrei espaço entre outros estouros.
Com dois não tem mais como ser mais.
De arregaçar.
O gesto, o novo toda hora novo, escancarado, inteiro tempo inteiro, de gentileza, entendimento, de voltar atrás, reconhecer melhor que eu que já era pra estar melhor, doação, carinho profundo de olhar aberto de quem quer sem ter medo de querer.
A coragem de ser ele todo em qualquer lugar.
A vontade de ir. A segurança de querer ficar e escolher.
Os amigos, velhos amigos. O beijo em toda boca.
Ter medo e dizer. Pedir a mão pra ajudar.
Escutar e anunciar o galo que eu não ouvia mais.
Dizer que me ama do tamanho dos dois braços toda vez que pergunto quanto.
E a sacanagem, a cretinice, a safadeza que não dá, dói, rasga.
Amor enlarguecedor.
Nenhum desses meninos é ele que é meu filho.
Uns até melhores não passam nem perto de ser esse que é esse cada vez mais.
Em estado completo de mãe, sinto a graça, a benção, a sorte, a luz e a força de ser.
E seguro a mão que persegue a pinta elevada do meu rosto num desejo de agradecer essa enormidade de ser eu, ninguém mais, escolhida pra estar com ele desde o início.
- Mamãe, vamos pra sala?
O olho nem sabe abrir.
Como mãe, não tem coisa que me irrita mais do que quando, morto de sono, finge que não.
Que raiva que dá!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
pela lei natural dos encontros eu deixo e recebo um tanto
Tenho agoniado de vontade de escrever, qualquer coisa.
Tenho sentido vontade de às vezes sair, ir viajar, encontrar gente legal.
Tenho vontade de filmar umas coisas, editar.
Tenho também vontade de arrumar a casa toda, pintar as paredes, comprar as coisas que sinto falta, arrumar a máquina de lavar, trocar a geladeira, a cama, limpar a persiana, colocar adesivo no quarto dele.
Também dá vontade de pensar em uma casa, carregar a gente prum chão.
Ter um cachorro.
Dá vontade de ficar até tarde acordada.
Trabalhar nas coisas que posso sozinha aqui.
E também a vontade de paciência e tempo pras coisas acontecerem.
Dormir.
Me deixar dormir.
Sentir esse controle da vida certa, planejar coisa por coisa.
Ter calma.
Recusar.
Deixar as coisas irem.
Assistir filme entre nove e onze horas.
Ler pra saber.
Ficar em silêncio.
Deitar e passar por coisas que imagino pra sensação de ter vivido.
Chamar a Fátima em agosto.
Encontrar a Clara.
Fazer o filme com a Tainah.
Imprimir o livro, lançar.
Editar os vídeos da Cândida.
Arrumar o projeto do Gus.
Tenho inveja dele na Holanda.
Quero andar de barco.
Escrever de outro jeito.
Me achar inteligente.
Fazer a pós.
Voltar no centro espírita.
Estar em primeiro lugar numa lista.
Ter um monte de certeza.
Ir pra casa da minha mãe.
Sentir que está tudo bem.
E as vontades sempre aí.
Aqui especialmente.
Especialmente aqui.
Tenho sentido vontade de às vezes sair, ir viajar, encontrar gente legal.
Tenho vontade de filmar umas coisas, editar.
Tenho também vontade de arrumar a casa toda, pintar as paredes, comprar as coisas que sinto falta, arrumar a máquina de lavar, trocar a geladeira, a cama, limpar a persiana, colocar adesivo no quarto dele.
Também dá vontade de pensar em uma casa, carregar a gente prum chão.
Ter um cachorro.
Dá vontade de ficar até tarde acordada.
Trabalhar nas coisas que posso sozinha aqui.
E também a vontade de paciência e tempo pras coisas acontecerem.
Dormir.
Me deixar dormir.
Sentir esse controle da vida certa, planejar coisa por coisa.
Ter calma.
Recusar.
Deixar as coisas irem.
Assistir filme entre nove e onze horas.
Ler pra saber.
Ficar em silêncio.
Deitar e passar por coisas que imagino pra sensação de ter vivido.
Chamar a Fátima em agosto.
Encontrar a Clara.
Fazer o filme com a Tainah.
Imprimir o livro, lançar.
Editar os vídeos da Cândida.
Arrumar o projeto do Gus.
Tenho inveja dele na Holanda.
Quero andar de barco.
Escrever de outro jeito.
Me achar inteligente.
Fazer a pós.
Voltar no centro espírita.
Estar em primeiro lugar numa lista.
Ter um monte de certeza.
Ir pra casa da minha mãe.
Sentir que está tudo bem.
E as vontades sempre aí.
Aqui especialmente.
Especialmente aqui.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
50"
21:25:16 Mariana: coisinha esperta super esperta e linda!
21:25:27 tainah: ebaaa!
21:25:31 tainah: escondida ai
21:25:36 Mariana: graças a deus!
21:25:37 tainah: ainda bem que me chama, como ce tá, mari?
21:26:12 Mariana: acabei de chegar, tava tentando levantar da cama depois de Tito dormir, tem sido difícil!
21:26:35 tainah: imagino, ai ta friozinho tb?
21:26:39 tainah: nao como aqui
21:26:45 tainah: mas bate um ventinho mais frio até, né?
21:26:54 tainah: mas to feliz que em sp so estou a 6 horas de vcs
21:27:00 Mariana: aqui friozinho, delicioso, aí pouco mais..
21:27:18 Mariana: quero saber tudo de sp
21:27:44 Mariana: me conta?
21:27:53 tainah: mujer, passei no mestrado de meios e processos audiovisuais
21:27:59 tainah: depois de viajar mil vezes pra sp
21:28:03 tainah: me ferrar na prova de linguas
21:28:05 tainah: fazer outra
21:28:11 tainah: e dar tudo certo!
21:28:17 tainah: um tiozinho historiador me quis
21:28:26 tainah: mesmo me olhando seríssimo na hora da entrevista
21:28:26 tainah: rs
21:28:29 Mariana: que coisa mais linda
21:28:41 Mariana: que projeto fez?
21:28:46 tainah: sobre o chris marker
21:28:51 Mariana: nooooooossa
21:28:53 tainah: aquele, que nunca te mando, bobamente
21:29:05 Mariana: mas vc hein baixinha?
21:29:09 tainah: doida pra sentar num bar pra falar disso com uma cervejinha
21:29:12 Mariana: danadíssima
21:29:23 tainah: mas nossa, uma canseira
21:29:25 tainah: a baixinha mereceu
21:29:31 tainah: a grana que gastei de passagem pra sampa
21:29:32 tainah: haha
21:29:34 Mariana: merece!
21:29:35 tainah: mas valeu
21:29:50 Mariana: se vale!
21:29:51 tainah: mas prometo ir praí
21:30:01 tainah: com um livro em punho pra Tito
21:30:31 Mariana: ele: mamãe...mamãe...mamãe........ma-mãe-zi-nhaaaa
21:30:39 tainah: ai meu deus, que menino lindo
21:30:44 tainah: eu fico só dizendo pra todo mundo
21:30:56 Mariana: canalhinha!
21:30:56 tainah: de um menino que eu sei que vai ser um homem lindo, lindo encantador
21:30:58 tainah: de tão sabido
21:31:00 tainah: aff..
21:31:03 tainah: eu fico rindo sozinha
21:31:10 tainah: "quem quer comer " "eu!"
21:31:19 tainah: "quem quer dormir" "grr"
21:31:20 tainah: rs
21:31:23 Mariana: ahahahhaha
21:31:24 tainah: junto contigo
21:31:31 tainah: rio que acabo
21:31:35 Mariana: fiquei assistindo ele hoje
21:31:45 Mariana: ele sentado no pufe
21:31:59 Mariana: vendo os backyardigans
21:32:11 Mariana: comendo uva - sem caroço
21:32:21 tainah: ô beleza
21:32:27 Mariana: dominando a vida
21:32:41 tainah: tito comendo uva vendo backyadigans
21:32:44 tainah: faço idéia
21:32:45 tainah: hahah
21:32:57 Mariana: concentrado, vivendo a vida dele
21:33:05 Mariana: de tênis
21:33:10 Mariana: tamanho 24
21:33:15 tainah: hahaha
21:33:17 tainah: de tenis e jeans
21:33:23 Mariana: não
21:33:37 Mariana: de calça moleton de listras coloridas
21:33:42 tainah: ai jesus
21:34:02 Mariana: uma blusa de manga comprida, justa!
21:34:18 Mariana: e a máscara do batman, e a capa do batman!
21:34:27 tainah: hahahhahahah
21:35:49 tainah: meu deus,não sei como você aguenta!
21:36:02 Mariana: não guento, explodo toda hora
21:36:30 tainah: maravilha
21:36:38 tainah: eu fico falando de vcs o tempo inteiro
21:36:42 Mariana: e como é que vai ser SP? Vai morar lá agora em julho? E Arthur?
21:36:44 tainah: juro que passei umas semanas vendo o video todo dia
21:36:51 tainah: pq no video as musicas ficam mais lindas
21:36:54 tainah: coisas de bom cinema
21:37:03 tainah: vou em agosto, arthur logo depois
21:37:12 tainah: de la eu pego o 1001 praí, com certeza
21:37:17 tainah: sempre namoro com ele na rodoviária
21:37:24 Mariana: aaaahhh
21:37:33 Mariana: vou preparar seu travesseiro!
21:37:40 Mariana: comprar um só pra você
21:37:54 Mariana: pq ce vai dormir amontoada com a gente!
21:38:00 tainah: aff, nem me fala
21:38:33 Mariana: E bolsa? Rola?
21:38:40 tainah: acho que rola sim, quase certeza
21:38:42 tainah: contando com ela
21:38:46 tainah: que to com preguiça de trabalhar
21:38:51 tainah: quero fazer nadinha em sp
21:38:51 Mariana: ahahahahahhahahaha
21:38:54 tainah: hahahaha
21:39:04 Mariana: estudante profissional!
21:39:12 tainah: sério, dando aulas que nem doida, curtindo muito, mas quero me aquietar um tiquinho só
21:39:32 tainah: nunca fui estudante profissional
21:39:35 tainah: meu sonho
21:39:39 tainah: desde que entrei na universidade dou aula
21:39:43 tainah: desde o 18
21:39:45 Mariana: aquietar com chris marker não é lá muito quieto não
21:39:51 tainah: não mesmo
21:39:53 tainah: doida pra começar
21:39:59 tainah: fiquei tão feliz que acreditaram
21:40:03 tainah: eu caindo de para quedas lá, mari
21:40:07 tainah: surreal, na usp ainda
21:40:11 tainah: que todos ja tem seus filhotes
21:40:13 Mariana: nossa...!
21:40:35 Mariana: que orgulho!
21:41:03 tainah: ow mari, fiquei feliz, com vontade de conversar um monte
21:41:41 Mariana: e que bom te ver tão bem, e te conhecer antes disso, pra acompanhar
21:41:47 tainah: sim, bem isso
21:41:53 tainah: incrivel conhecer as pessoas né
21:41:57 tainah: tava vendo esse video
21:42:01 tainah: mostrei pro meu pai
21:42:01 Mariana: hahahhaha
21:42:12 Mariana: me dá!
21:42:21 Mariana: tá on-line?
21:42:35 tainah: e pra uma amiga que tem uma filha pequena, doida pela filha, mas nao se aquieta, nao deixa a menina "lhe fazer ocupação"
21:42:43 tainah: nao, o seu video
21:42:45 tainah: hahaha
21:42:50 Mariana: aaaahhh
21:42:52 Mariana: hahahahah
21:42:57 tainah: e eu disse a ela, pois você tem que ver esse filme
21:43:12 tainah: ela se separou agora, se apaixonou por outro, ta largando tudo
21:43:22 Mariana: aff
21:43:23 tainah: e eu dizendo, menina, aproveita muito esses dias seus e da pequena
21:43:26 tainah: aproveita, sempre
21:43:34 tainah: e eu sempre falo de vc
21:43:40 tainah: minha referência materna preferida
21:43:41 Mariana: quase, por muito pouco, não tive assim também
21:43:49 Mariana: entendo ela
21:44:15 Mariana: tem uma frase de uma amiga que eu adoro - a gente faz o que pode
21:44:19 tainah: sim, é uma mulher maravilhosa, mas digamos, mais profissa que nos duas, sabe, se enche de trabalho, trabalha 40 horas, coisa que eu me proibo
21:44:24 tainah: isso, isso
21:45:07 tainah: eu definitivamente nao sou profissa
21:45:12 tainah: preciso de muito ocio
21:45:16 Mariana: e essa coisa de separação quase exige uma paixão
21:45:22 tainah: e vejo você esparramada com tito de toca colorida e entendo muito mais
21:45:26 tainah: nossa, exige
21:45:30 tainah: ela ta entregue
21:45:38 tainah: vive de olhos arregalados de paixão
21:45:43 tainah: mas nao tem a mesma sorte que você
21:45:45 Mariana: sim, tenho tido tão pouco, tão pouco ócio...e adoro, preciso
21:45:48 tainah: de ter tido um grande companheiro
21:45:56 tainah: o dela ta meio sabotando ela, sabe
21:46:04 Mariana: ai
21:46:32 Mariana: dá pra escolher mil homens ruins, o pai do filho tem que ser a dedo!
21:46:39 tainah: mulher, é o que eu penso
21:46:49 tainah: pai do filho tem que ser no minimo um grande amigo pra sempre
21:47:28 Mariana: o negócio é que quase todo mundo vai ser pai e mãe, então tem filho de todo mundo no mundo
21:47:30 tainah: pelo menos a paixão nova é um amigão, que eu conheço e dou a maior força
21:47:37 tainah: isso, isso
21:47:44 tainah: eu fico assustadissima com as enrascadas
21:48:02 Mariana: nossa, ave mãe
21:48:56 tainah: mas tem essa coisa de mulher com filho sozinha que é lindíssima
21:49:04 tainah: mesmo quando o pai é incrivel e quando nao é
21:49:08 tainah: que hipnotiza mesmo
21:49:16 tainah: tem uma coisa que a dercy disse pra filha dela,parece
21:49:27 tainah: elas passavam fome na decada de 50, 60, nao sei
21:49:30 tainah: e ela disse pra filha
21:49:38 tainah: "a gente vai ser feliz nem que seja na porrada"
21:50:16 Mariana: esses dias, semana passada, estava voltando de ônibus com Tito, tocou Caetano. Ele estava dormindo. Eu senti a maior força que já senti. Essa força aí.
21:50:28 tainah: sim, nossa...
21:50:36 Mariana: tudo deu certo!
21:50:47 tainah: e eu aprendi dessa fortaleza desde minha mãe, outras mães que me cruzam o caminho
21:50:58 tainah: e agora absurdamente desde que acompanhei você e tito
21:51:08 tainah: desde a parte silenciosa a gente já se falando mesmo
21:51:20 tainah: sim, "tudo deu certo" é incrivel
21:51:21 Mariana: e ainda tá tudo revirado, e pequeníssimo perto dele dormindo no colo.
21:51:56 tainah: pequenissimo mesmo
21:52:08 tainah: essas imagens que eu sequer vi, são inesquecíveis
21:52:45 Mariana: "essas imagens que eu sequer vi, são inesquecíveis"
21:53:03 tainah: mas queira ou não nossa amizade se fortalece delas
21:53:05 tainah: é incrivel
21:53:16 Mariana: impressionante
21:54:16 tainah: "é engraçada a força que as coisas tem quando elas precisam acontecer"
21:55:34 Mariana: a gente não se explica
21:55:39 tainah: fiquei com tanta saudade de ti
21:55:43 tainah: todas essas semanas ainda
21:55:47 tainah: com o agravante do show do tom zé
21:55:52 Mariana: hahahah
21:55:54 tainah: que acho nossa cara
21:56:01 tainah: a baianada é toda nossa
21:56:08 tainah: ele me deu um beijo na testa
21:56:09 tainah: eu chorei
21:56:17 tainah: coisa mais linda do mundo
21:56:20 Mariana: ele é pra pegar no colo, levar pra casa
21:56:29 tainah: nossa, total, total
21:56:41 Mariana: carregar ele na bolsa
21:57:42 tainah: doida pra mudança pra sampa
21:57:49 Mariana: em agosto!
21:59:19 Mariana: santa rosa!
21:59:33 Mariana: martins torres!
21:59:50 Mariana: em 45 metros quadrados
21:59:53 tainah: eu vou, agora fica mais facil
22:00:07 tainah: so aprendi a morar nesses tamanhos agora
22:00:14 tainah: a minha tenha 40 m2
22:00:45 Mariana: vi minha casa de infância, que tá lá ainda...cada quarto tem quase minha casa
22:00:56 Mariana: e simplíssima
22:00:57 tainah: nossa, isso de casa
22:01:01 tainah: isso de casa é pesado
22:01:12 tainah: lição que ainda to aprendendo a duras penas, mari
22:01:49 Mariana: e a falta da grama?
22:02:01 Mariana: podia ser um pedacinho, pequenininho, pra dois pés, tamanho 24
22:04:41 tainah: isso, isso
22:16:00 Mariana: queridona, vou dar um leve jeito na casa de pernas pro ar!
22:16:16 Mariana: pra ele acordar e enxergar o chão
22:16:25 tainah: haha, sim sim mari
21:25:27 tainah: ebaaa!
21:25:31 tainah: escondida ai
21:25:36 Mariana: graças a deus!
21:25:37 tainah: ainda bem que me chama, como ce tá, mari?
21:26:12 Mariana: acabei de chegar, tava tentando levantar da cama depois de Tito dormir, tem sido difícil!
21:26:35 tainah: imagino, ai ta friozinho tb?
21:26:39 tainah: nao como aqui
21:26:45 tainah: mas bate um ventinho mais frio até, né?
21:26:54 tainah: mas to feliz que em sp so estou a 6 horas de vcs
21:27:00 Mariana: aqui friozinho, delicioso, aí pouco mais..
21:27:18 Mariana: quero saber tudo de sp
21:27:44 Mariana: me conta?
21:27:53 tainah: mujer, passei no mestrado de meios e processos audiovisuais
21:27:59 tainah: depois de viajar mil vezes pra sp
21:28:03 tainah: me ferrar na prova de linguas
21:28:05 tainah: fazer outra
21:28:11 tainah: e dar tudo certo!
21:28:17 tainah: um tiozinho historiador me quis
21:28:26 tainah: mesmo me olhando seríssimo na hora da entrevista
21:28:26 tainah: rs
21:28:29 Mariana: que coisa mais linda
21:28:41 Mariana: que projeto fez?
21:28:46 tainah: sobre o chris marker
21:28:51 Mariana: nooooooossa
21:28:53 tainah: aquele, que nunca te mando, bobamente
21:29:05 Mariana: mas vc hein baixinha?
21:29:09 tainah: doida pra sentar num bar pra falar disso com uma cervejinha
21:29:12 Mariana: danadíssima
21:29:23 tainah: mas nossa, uma canseira
21:29:25 tainah: a baixinha mereceu
21:29:31 tainah: a grana que gastei de passagem pra sampa
21:29:32 tainah: haha
21:29:34 Mariana: merece!
21:29:35 tainah: mas valeu
21:29:50 Mariana: se vale!
21:29:51 tainah: mas prometo ir praí
21:30:01 tainah: com um livro em punho pra Tito
21:30:31 Mariana: ele: mamãe...mamãe...mamãe........ma-mãe-zi-nhaaaa
21:30:39 tainah: ai meu deus, que menino lindo
21:30:44 tainah: eu fico só dizendo pra todo mundo
21:30:56 Mariana: canalhinha!
21:30:56 tainah: de um menino que eu sei que vai ser um homem lindo, lindo encantador
21:30:58 tainah: de tão sabido
21:31:00 tainah: aff..
21:31:03 tainah: eu fico rindo sozinha
21:31:10 tainah: "quem quer comer " "eu!"
21:31:19 tainah: "quem quer dormir" "grr"
21:31:20 tainah: rs
21:31:23 Mariana: ahahahhaha
21:31:24 tainah: junto contigo
21:31:31 tainah: rio que acabo
21:31:35 Mariana: fiquei assistindo ele hoje
21:31:45 Mariana: ele sentado no pufe
21:31:59 Mariana: vendo os backyardigans
21:32:11 Mariana: comendo uva - sem caroço
21:32:21 tainah: ô beleza
21:32:27 Mariana: dominando a vida
21:32:41 tainah: tito comendo uva vendo backyadigans
21:32:44 tainah: faço idéia
21:32:45 tainah: hahah
21:32:57 Mariana: concentrado, vivendo a vida dele
21:33:05 Mariana: de tênis
21:33:10 Mariana: tamanho 24
21:33:15 tainah: hahaha
21:33:17 tainah: de tenis e jeans
21:33:23 Mariana: não
21:33:37 Mariana: de calça moleton de listras coloridas
21:33:42 tainah: ai jesus
21:34:02 Mariana: uma blusa de manga comprida, justa!
21:34:18 Mariana: e a máscara do batman, e a capa do batman!
21:34:27 tainah: hahahhahahah
21:35:49 tainah: meu deus,não sei como você aguenta!
21:36:02 Mariana: não guento, explodo toda hora
21:36:30 tainah: maravilha
21:36:38 tainah: eu fico falando de vcs o tempo inteiro
21:36:42 Mariana: e como é que vai ser SP? Vai morar lá agora em julho? E Arthur?
21:36:44 tainah: juro que passei umas semanas vendo o video todo dia
21:36:51 tainah: pq no video as musicas ficam mais lindas
21:36:54 tainah: coisas de bom cinema
21:37:03 tainah: vou em agosto, arthur logo depois
21:37:12 tainah: de la eu pego o 1001 praí, com certeza
21:37:17 tainah: sempre namoro com ele na rodoviária
21:37:24 Mariana: aaaahhh
21:37:33 Mariana: vou preparar seu travesseiro!
21:37:40 Mariana: comprar um só pra você
21:37:54 Mariana: pq ce vai dormir amontoada com a gente!
21:38:00 tainah: aff, nem me fala
21:38:33 Mariana: E bolsa? Rola?
21:38:40 tainah: acho que rola sim, quase certeza
21:38:42 tainah: contando com ela
21:38:46 tainah: que to com preguiça de trabalhar
21:38:51 tainah: quero fazer nadinha em sp
21:38:51 Mariana: ahahahahahhahahaha
21:38:54 tainah: hahahaha
21:39:04 Mariana: estudante profissional!
21:39:12 tainah: sério, dando aulas que nem doida, curtindo muito, mas quero me aquietar um tiquinho só
21:39:32 tainah: nunca fui estudante profissional
21:39:35 tainah: meu sonho
21:39:39 tainah: desde que entrei na universidade dou aula
21:39:43 tainah: desde o 18
21:39:45 Mariana: aquietar com chris marker não é lá muito quieto não
21:39:51 tainah: não mesmo
21:39:53 tainah: doida pra começar
21:39:59 tainah: fiquei tão feliz que acreditaram
21:40:03 tainah: eu caindo de para quedas lá, mari
21:40:07 tainah: surreal, na usp ainda
21:40:11 tainah: que todos ja tem seus filhotes
21:40:13 Mariana: nossa...!
21:40:35 Mariana: que orgulho!
21:41:03 tainah: ow mari, fiquei feliz, com vontade de conversar um monte
21:41:41 Mariana: e que bom te ver tão bem, e te conhecer antes disso, pra acompanhar
21:41:47 tainah: sim, bem isso
21:41:53 tainah: incrivel conhecer as pessoas né
21:41:57 tainah: tava vendo esse video
21:42:01 tainah: mostrei pro meu pai
21:42:01 Mariana: hahahhaha
21:42:12 Mariana: me dá!
21:42:21 Mariana: tá on-line?
21:42:35 tainah: e pra uma amiga que tem uma filha pequena, doida pela filha, mas nao se aquieta, nao deixa a menina "lhe fazer ocupação"
21:42:43 tainah: nao, o seu video
21:42:45 tainah: hahaha
21:42:50 Mariana: aaaahhh
21:42:52 Mariana: hahahahah
21:42:57 tainah: e eu disse a ela, pois você tem que ver esse filme
21:43:12 tainah: ela se separou agora, se apaixonou por outro, ta largando tudo
21:43:22 Mariana: aff
21:43:23 tainah: e eu dizendo, menina, aproveita muito esses dias seus e da pequena
21:43:26 tainah: aproveita, sempre
21:43:34 tainah: e eu sempre falo de vc
21:43:40 tainah: minha referência materna preferida
21:43:41 Mariana: quase, por muito pouco, não tive assim também
21:43:49 Mariana: entendo ela
21:44:15 Mariana: tem uma frase de uma amiga que eu adoro - a gente faz o que pode
21:44:19 tainah: sim, é uma mulher maravilhosa, mas digamos, mais profissa que nos duas, sabe, se enche de trabalho, trabalha 40 horas, coisa que eu me proibo
21:44:24 tainah: isso, isso
21:45:07 tainah: eu definitivamente nao sou profissa
21:45:12 tainah: preciso de muito ocio
21:45:16 Mariana: e essa coisa de separação quase exige uma paixão
21:45:22 tainah: e vejo você esparramada com tito de toca colorida e entendo muito mais
21:45:26 tainah: nossa, exige
21:45:30 tainah: ela ta entregue
21:45:38 tainah: vive de olhos arregalados de paixão
21:45:43 tainah: mas nao tem a mesma sorte que você
21:45:45 Mariana: sim, tenho tido tão pouco, tão pouco ócio...e adoro, preciso
21:45:48 tainah: de ter tido um grande companheiro
21:45:56 tainah: o dela ta meio sabotando ela, sabe
21:46:04 Mariana: ai
21:46:32 Mariana: dá pra escolher mil homens ruins, o pai do filho tem que ser a dedo!
21:46:39 tainah: mulher, é o que eu penso
21:46:49 tainah: pai do filho tem que ser no minimo um grande amigo pra sempre
21:47:28 Mariana: o negócio é que quase todo mundo vai ser pai e mãe, então tem filho de todo mundo no mundo
21:47:30 tainah: pelo menos a paixão nova é um amigão, que eu conheço e dou a maior força
21:47:37 tainah: isso, isso
21:47:44 tainah: eu fico assustadissima com as enrascadas
21:48:02 Mariana: nossa, ave mãe
21:48:56 tainah: mas tem essa coisa de mulher com filho sozinha que é lindíssima
21:49:04 tainah: mesmo quando o pai é incrivel e quando nao é
21:49:08 tainah: que hipnotiza mesmo
21:49:16 tainah: tem uma coisa que a dercy disse pra filha dela,parece
21:49:27 tainah: elas passavam fome na decada de 50, 60, nao sei
21:49:30 tainah: e ela disse pra filha
21:49:38 tainah: "a gente vai ser feliz nem que seja na porrada"
21:50:16 Mariana: esses dias, semana passada, estava voltando de ônibus com Tito, tocou Caetano. Ele estava dormindo. Eu senti a maior força que já senti. Essa força aí.
21:50:28 tainah: sim, nossa...
21:50:36 Mariana: tudo deu certo!
21:50:47 tainah: e eu aprendi dessa fortaleza desde minha mãe, outras mães que me cruzam o caminho
21:50:58 tainah: e agora absurdamente desde que acompanhei você e tito
21:51:08 tainah: desde a parte silenciosa a gente já se falando mesmo
21:51:20 tainah: sim, "tudo deu certo" é incrivel
21:51:21 Mariana: e ainda tá tudo revirado, e pequeníssimo perto dele dormindo no colo.
21:51:56 tainah: pequenissimo mesmo
21:52:08 tainah: essas imagens que eu sequer vi, são inesquecíveis
21:52:45 Mariana: "essas imagens que eu sequer vi, são inesquecíveis"
21:53:03 tainah: mas queira ou não nossa amizade se fortalece delas
21:53:05 tainah: é incrivel
21:53:16 Mariana: impressionante
21:54:16 tainah: "é engraçada a força que as coisas tem quando elas precisam acontecer"
21:55:34 Mariana: a gente não se explica
21:55:39 tainah: fiquei com tanta saudade de ti
21:55:43 tainah: todas essas semanas ainda
21:55:47 tainah: com o agravante do show do tom zé
21:55:52 Mariana: hahahah
21:55:54 tainah: que acho nossa cara
21:56:01 tainah: a baianada é toda nossa
21:56:08 tainah: ele me deu um beijo na testa
21:56:09 tainah: eu chorei
21:56:17 tainah: coisa mais linda do mundo
21:56:20 Mariana: ele é pra pegar no colo, levar pra casa
21:56:29 tainah: nossa, total, total
21:56:41 Mariana: carregar ele na bolsa
21:57:42 tainah: doida pra mudança pra sampa
21:57:49 Mariana: em agosto!
21:59:19 Mariana: santa rosa!
21:59:33 Mariana: martins torres!
21:59:50 Mariana: em 45 metros quadrados
21:59:53 tainah: eu vou, agora fica mais facil
22:00:07 tainah: so aprendi a morar nesses tamanhos agora
22:00:14 tainah: a minha tenha 40 m2
22:00:45 Mariana: vi minha casa de infância, que tá lá ainda...cada quarto tem quase minha casa
22:00:56 Mariana: e simplíssima
22:00:57 tainah: nossa, isso de casa
22:01:01 tainah: isso de casa é pesado
22:01:12 tainah: lição que ainda to aprendendo a duras penas, mari
22:01:49 Mariana: e a falta da grama?
22:02:01 Mariana: podia ser um pedacinho, pequenininho, pra dois pés, tamanho 24
22:04:41 tainah: isso, isso
22:16:00 Mariana: queridona, vou dar um leve jeito na casa de pernas pro ar!
22:16:16 Mariana: pra ele acordar e enxergar o chão
22:16:25 tainah: haha, sim sim mari
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Ninguém mais é Kaspar Hauser
Não sei se acha assim também:
Mas as pessoas me enchem e me esvaziam o tempo todo!
Sem cansar. E cansando, tanto faz.
Gente me faz balão, outro dia me entapeta.
Gente que me varava de repente não sabe mais sair.
Não sei saber o que é meu, o que ficou que pulou do outro.
Faço mistura até sozinha sem falar em voz alta.
Mas as pessoas me enchem e me esvaziam o tempo todo!
Sem cansar. E cansando, tanto faz.
Gente me faz balão, outro dia me entapeta.
Gente que me varava de repente não sabe mais sair.
Não sei saber o que é meu, o que ficou que pulou do outro.
Faço mistura até sozinha sem falar em voz alta.
sábado, 15 de maio de 2010
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